Implicações teológicas fatais da morte de Maomé para o Islã

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Maomé morreu em 632 d.C. como resultado de um envenenamento ocasionado por um ataque e conquista dos judeus no assentamento de Khaibar. Maomé capturou a mais bonita das mulheres e se casou com ela (Safiyya).

Imediatamente após a conquista de Khaibar, uma judia preparou um jantar para Maomé e alguns de seus homens. Os muçulmanos não sabiam que ela havia posto um veneno no interior do carneiro (alguns dizem cabra) que fora servido como jantar. Maomé comeu o cordeiro envenenado e morreu como resultado três anos depois.

O relato do envenenamento:

“Narrou Anãs bin Malik: Uma judia trouxe um carneiro (assado) envenenado ao Profeta, o qual comeu o assado. Ela foi levada ao Profeta e perguntaram-lhe: ‘Devemos matá-la?’ Ele disse: ‘Não’. Eu continuei vendo o efeito do veneno palato da boca do Apóstolo de Allah.” (Bukhari 3.786)

“Realmente uma mulher judia apresentou um pedaço envenenado de carne de uma cabra ao apóstolo de Allah. Ele tomou um pedaço dele, pôs em sua boca, mastigou e o cuspiu. Então ele disse aos companheiros: ‘Parem! Verdadeiramente a perna [do assado] me diz que está envenenado’. Então chamou a mulher judia e a perguntou: ‘O que a levou a fazer isso?’ Ela respondeu: ‘Eu quis saber se você é verdadeiro; nesse caso Allah certamente o informaria, e se você fosse um mentiroso eu libertaria o povo de você.’” (Ibn Sa’d, p. 249)

“Realmente uma mulher dos judeus apresentou uma porção de uma cabra envenenada ao apóstolo de Allah. Então ele reconheceu que estava envenenada e foi perguntá-la: ‘O que a induziu a fazer o que você fez?’ Ela respondeu: ‘Eu pensei que se você é um profeta, Allah o informará, e se você for um impostor eu libertarei o povo de você’. Quando o apóstolo de Allah sentiu-se enjoado, ele se ‘cortou’”. (Ibn Sa’d, p. 250, narrador diferente)

“… Quando o apóstolo de Allah conquistou Khaibar e teve paz mental, Zaynab Bint al-Harith… perguntou: ‘Qual parte da cabra Maomé mais gosta?’ Eles disseram: ‘A perna dianteira’. Então ela matou uma de suas cabras e assou (a carne). Então ela procurou um veneno que não falharia… O apóstolo de Allah tomou a perna dianteira e pôs um pedaço em sua boca. Bishr pegou outro osso e pôs em sua boca. Quando o apóstolo de Allah comeu um bocado dele, Bishr comeu do seu e as outras pessoas também. Então o apostolo de Allah disse: ‘Detenham suas mãos! Porque esta perna… me informou que está envenenada.’ A isso Bishr disse: ‘Por Ele que o fez grande! Eu descobri isso pelo bocado que peguei. Nada me impediu de lançar fora [o que estava sendo mastigado], exceto a ideia de que eu não gostaria de tornar sua comida desagradável. Quando você comeu o que estava em sua boca eu não quis salvar minha vida após a sua, e eu também pensei que você não comeria se houvesse algo de errado.’” (De Ibn Sa’d, pp. 251 e 252, narrador diferente)

Maomé disse que sentiu sua aorta sendo cortada:

“O mensageiro de Deus disse durante a enfermidade da qual veio a morrer – a mãe de Bishr veio visitá-lo – ‘Umm Bishr, neste exato momento eu sinto minha aorta sofrendo por causa da comida que comi com seu filho em Khaibar.’” (De Tabari, Volume 8, p. 124)

“Narrou Aisha: O Profeta em sua doença da qual veio a morrer, costumava dizer: ‘Ó, Aisha! Eu ainda sinto a dor causada por causa da comida que comi em Khaibar, e neste momento sinto como se minha aorta fosse cortada por aquele veneno.’” (Hadice de Bukhari, 5.173)

O Islã admite: Maomé é um falso profeta!

O Alcorão diz que se Maomé inventar falsas revelações, Allah cortará sua aorta. Curiosamente, Maomé morreu em agonia, dizendo que podia sentir sua aorta sendo cortada. Coincidência?

“E se (o Mensageiro) tivesse inventado alguns ditos em Nosso nome, certamente o teríamos apanhado pela destra; E então, Ter-lhe-íamos cortado a aorta” (Alcorão 69:44-46).

Para mais detalhes, veja o vídeo abaixo (em inglês):

Maomé e Aisha oraram por cura, mas não foram atendidos:

“Realmente durante sua enfermidade o profeta recitou “al-Mu’awwadhatayn” [Suras 113 e 114), soprava seu hálito sobre seu corpo enquanto esfregava o rosto. [Foi feito num esforço para se curar].” (De Ibn Sa’d, p. 263)

“Aisha relatou que quando o Mensageiro de Allah se sentiu doente, ele recitou sobre seu corpo Mu’awwidhatan e soprou sobre si, e quando a enfermidade se agravou, eu recitava sobre ele e o esfregava com suas mãos na esperança de que fosse mais abençoado. Também se refere à Hadice 5441.” (De Sahih Muslim, volume 3, 5440)

Anjo “Gabriel” mentiu dizendo a Maomé que Allah o curaria, mas isso não aconteceu:

“O apóstolo de Allah se sentiu mal e ele, isto é, Gabriel, louvou junto a ele, dizendo: ‘Em nome de Allah, eu canto para desviar de ti tudo o que te preocupa e (para te desviar) de cada invejoso e de cada olho maldoso, e Allah o curará.’” (De Ibn Sa’d, p. 265)

“Aisha, a esposa do profeta, disse: ‘Quando o apóstolo de Allah se sentiu mal, Gabriel cantou para ele dizendo: ‘Em nome de Allah que te curará e O Qual o curará de toda enfermidade (e desviará) o mal dos invejosos que te invejam e dos golpes do olho maldoso.’” (De Ibn Sa’d, p. 265, diferente narrador)

Maomé orou por cura, mas depois desistiu porque percebeu que a morte era iminente:

“Verdadeiramente, sempre que o apóstolo de Allah se sentia mal, ele pedia por recuperação a Allah. Mas na enfermidade que resultou em sua morte ele não orou por cura; ele costumava dizer: ‘Ó, alma! O que aconteceu a ti que procuras refúgio em cada local de refúgio?’” (De Ibn Sa’d, p. 322)

A morte de Maomé:

“Narrou Aisha: O Profeta em sua enfermidade da qual veio a morrer, costumava dizer: ‘Ó, Aisha! Eu ainda sinto dores causadas pela comida que comi em Khaibar, e dessa vez sinto como se minha aorta fosse cortada pelo veneno.’” (Bukhari 5.713)

Maomé amaldiçoa judeus e cristãos antes de morrer:

“Quando a última hora do apóstolo estava próxima, ele costuma pôr um lenço sobre seu rosto; mas quando se sentiu preocupado, ele removeu o lenço do rosto e disse: ‘Que a maldição de Allah seja sobre os judeus e os cristãos que têm feito do túmulo de seus profetas objeto de adoração.’” (De Ibn Sa’d, 332)

Maomé teve previsões de sua morte:

“A hora apontada (da morte) do apóstolo de Allah se aproximou e foi-lhe ordenado que recitasse repetidamente ‘tasbih’ (lit. glorificação) e que pedisse pelo perdão dEle.” (De Ibn Sa’d, p. 239)

“Narrou Ibn Abbas: ‘Umar bin Al-Khattab costumava deixar Ibn Abbas sentar-se ao lado dele, então ‘AbdurRahman bin ‘Auf disse a ‘Umar, ‘Temos filhos parecidos com ele’. ‘Umar respondeu: ‘(Eu o respeito) por causa do status dele que você conhece’. Umar, então, perguntou a Ibn: ‘Abbas sobre o significado do Santo verso: ‘Quando vem a ajuda de Allah e a conquista de Mecca…’ (110:1)

Ibn Abbas respondeu: ‘Ele indicava a morte do Apóstolo de Allah, da qual Allah o informou’. Umar disse: ‘Eu não entendo isso, exceto o que você entende’”. (De Bukhari, 5.173)


Recapitulando:

Maomé atacou Khaibar. Ele destruiu, torturou, assassinou e escravizou muitas pessoas (ref. Kitab al-Tabaqat al-Kabir, volume 2, p. 134, 136, 137). Os judeus não estavam preparando um ataque contra ele. Uma judia cuja família foi destruída por Maomé pôs veneno num cordeiro e o serviu como alimento a Maomé e a outros muçulmanos. Maomé ingeriu um pouco do cordeiro envenenado e começou a sentir seus efeitos. Ele morreu três anos depois como resultado do envenenamento.

A judia queria matá-lo. Os judeus criam que um verdadeiro profeta seria precavido a respeito do que fariam, mas um impostor não seria avisado por Deus. Os muçulmanos também criam nisso; o outro muçulmano que morreu disse que não pensou que Maomé comeria algo que estava envenenado.

Eles estavam certos! Mas Maomé comeu o cordeiro envenenado e morreu. Os judeus provaram, segundo seu texto, que Maomé não era um profeta. Como disseram:

“Nós queríamos saber se você é um mentiroso para que nos libertássemos de você, e se você é um profeta então o veneno não o prejudicaria.” (Bukhari 4.394)

Esses judeus estavam convencidos de que um profeta de verdade saberia o que estava acontecendo. Mas Maomé não sabia. Somente após ele ter comido, o cordeiro “contou para ele”. Não houve nada de milagroso nisso; até mesmo os outros muçulmanos souberam que havia algo de errado antes de Maomé comer. A maioria dos adultos sabe quando estão comendo algo que é ruim. Então Maomé dizer que o cordeiro “disse” algo para ele não é nada milagroso. Até mesmo uma criança cospe uma comida estranha.

Muitas vezes anteriormente Maomé disse ter “revelações” que o advertiam do perigo. Em Khaibar, porém, a revelação veio tarde demais para salvar sua própria vida e tarde demais para salvar a vida de Bishr.

Como a doença o preocupou, Maomé começou a orar por cura – ele até mesmo esfregou suas mãos “curadoras” sobre si próprio. Gabriel também participou da ação e orou por sua cura. Maomé até mesmo se cortou (o “melhor dos remédios”!). Obviamente que a esse ponto Maomé procurou ser curado. Mas isso não ajudou. Conforme foi piorando, Maomé percebeu que ele estava morrendo, parando de orar pela cura.

As premonições mais antigas de Maomé sobre sua morte mais parecem palavras místicas. Nada de definitivo e claro sobre elas foi dito até que sua morte se aproximou. Talvez ele tenha visto esse tipo de morte antes e sabia o desfecho. Não é necessário ser um profeta ou ter uma “revelação” para saber que a morte estava próxima.


PERGUNTAS:

1) Se Maomé era um profeta verdadeiro de Deus, por que ele não percebeu o veneno antes de comê-lo?

2) Se a vontade de Deus para Maomé era que ele tivesse comido o veneno, junto de Bishr, então por que Maomé tentou se curar? Até mesmo Gabriel orou pela cura dele, mas Allah não os respondeu.

3) Por que Maomé sentiu sua aorta sendo cortada? Ele era um falso profeta? Allah cortou sua aorta?

4) Por que Gabriel não sabia a vontade de Allah? Por que Gabriel oraria se Allah já havia decidido a morte?

5) Por que, pouco antes de sua morte, Maomé lançou uma maldição sobre os cristãos e os judeus? Não seria melhor que Maomé orasse e pedisse por luz e orientação para eles? Ele orou para amaldiçoar ao invés de pedir que Allah guiasse o povo.


CONCLUSÃO:

Maomé não era um profeta de verdade. Ele era um falso profeta. Ele morreu por ter comido – sem perceber – algo envenenado. O cordeiro envenenado “falou” tarde demais. Somente quando percebeu que estava morrendo é que Maomé “espiritualizou” seu sofrimento e sua morte iminente. Antes disso, ele procurou se curar.

Moisés soube sobre sua morte (Deuteronômio 34:1-5). Jesus também sabia de Sua futura morte (Marcos 8:32). Mas Maomé estava em trevas até que percebeu que iria morrer.

O apóstolo Paulo foi mordido por uma cobra venenosa, mas não sofreu os efeitos do veneno (Atos 28:1-6). Deus tinha sua mão protetora sobre Paulo para que ele completasse a obra dada a ele. Maomé morreu tão de repente que esteve confuso sobre quem seria o próximo governante (califa) do Islamismo. Até hoje parte da confusão permanece. O mundo Islâmico está dividido em partes por causa desse caso (Xiitas contra Sunitas). Por que Allah, que odeia divisões dentro da sua Ummah (comunidade islâmica), não protegeu Maomé por tempo suficiente para assegurar que o estado permanecesse unificado e o sucessor fosse claramente definido e nomeado?

Jesus predisse que falsos profetas viriam ao mundo e desencaminhariam a muitos (Mateus 24:24). Maomé foi um desses falsos profetas. Tanto Jesus quanto Moisés conheciam Deus face a face, mas Maomé teve apenas um espírito ou um anjo chamado de “Gabriel” falando com ele. No fim, nem as orações do anjo foram ouvidas por Allah. Não pode ser que esse “Gabriel” estivesse pregado uma falsa religião (Gálatas 1:8-9) a Maomé? Gabriel não poderia ser um demônio enganador ou até o próprio Satanás disfarçado de anjo de luz (2 Coríntios 11:14)? Não bastasse tudo, o próprio Alcorão diz que Allah cortaria a aorta de Maomé se ele inventasse falsas revelações. Se Maomé morreu com sua aorta cortada, como defender que ele era um verdadeiro profeta?

O Islã está cheio de problemas teológicos fatais (você pode ver mais deles no nosso blog), que só não levam mais muçulmanos a largar essa religião porque eles nem sequer sabem disso tudo, e os que sabem temem abandonar a religião islâmica por medo de serem mortos, pois o Alcorão prega a morte aos apóstatas.