Quem é o Falso Profeta?

FALSO PROFETA (1)

Em Apocalipse 13, o apóstolo João descreve sua visão do dragão (que é a “antiga serpente chamada diabo ou Satanás” – Apocalipse 12:9) entregando “o seu poder, o seu trono e grande autoridade” (Apocalipse 13:2) à “besta que sai do mar” (Apocalipse 13:1), que é o Anticristo. Depois disso, o Profeta diz que viu “outra besta que saía da terra” (Apocalipse 13:11), que é o Falso Profeta, sobre quem falaremos neste artigo.

Nós já escrevemos sobre o Anticristo no artigo “Quem é o Anticristo?” e pedimos que você o leia para compreender melhor este estudo, pois João fala sobre essas duas figuras no mesmo capítulo do livro de Apocalipse. Então, por favor, leia primeiro o texto sobre o Anticristo e depois continue lendo este sobre o Falso Profeta. Nós cremos que o Anticristo é o “Messias” do Islamismo, o Mahdi. E, neste texto, vamos defender a ideia de que o Falso Profeta é o “Jesus do Islamismo”, que os muçulmanos chamam de Isa.

Obs.: Nós NÃO cremos que o Senhor Jesus Cristo, tal como apresentado na Bíblia, é o Falso Profeta, mas, sim, que o “Jesus do Islamismo” (Isa) é o Falso Profeta. Que isso fique bem claro!

Clique aqui e leia sobre o Anticristo.

Os muçulmanos dizem acreditar em Jesus. Mas eles não creem nEle do mesmo modo que os cristãos. Enquanto que a Bíblia diz que Jesus é o Filho de Deus (Mt 27:54; Mc 1:1; Lc 8:28; Jo 20:31; At 9:20; 1 Co 1:9; 2Co 1:19; etc.) e o próprio Deus, a Segunda Pessoa da Trindade (Is 9:6; Jo 1:1-18; 1Jo 5:20; 2 Pe 1:1; Rm 9:5; Fp 2:5-8; Tt 2:13; 1Tm 3:16; etc.), o Alcorão (livro sagrado do Islamismo) diz que Deus (Allah) não gerou – ou seja, não teve filho (Alcorão 112:3), que Jesus não é Filho de Deus (Alcorão 4:171; 5:17, 73), nem Deus – a segunda Pessoa da Trindade (Alcorão 5:17) e que a Trindade Cristã é uma blasfêmia (Alcorão 4:171).

Além disso, segundo a crença Islâmica, Jesus nunca morreu na cruz pelos pecados da humanidade. O Alcorão especificamente nega que Jesus tenha sido crucificado ou que tenha experimentado a morte (Alcorão 4:157).

Muçulmanos acreditam que após Alá milagrosamente ter libertado Jesus da morte, ele subiu ao céu vivo (Alcorão 3:54-55; 4:157-158). Desde então, creem os muçulmanos, Jesus permaneceu com Alá e está esperando sua oportunidade para retornar à Terra para terminar seu ministério e completar sua vida. Assim, Jesus não era de jeito nenhum o “salvador”. Para os muçulmanos, Jesus “foi tão-somente um mensageiro de Alá” (Alcorão 4:171), “ele não é mais do que um servo [de Alá]” (Alcorão 43:59), “o Messias, filho de Maria, não é mais do que um mensageiro, do nível dos mensageiros que o precederam” (Alcorão 5:75). Então, para os muçulmanos, Jesus é apenas um profeta de Alá e seu escravo (Alcorão 5:75; 19:30).

O título especial de Messias, embora retido na tradição Islâmica, é essencialmente despido de qualquer característica messiânica verdadeiramente definida pela Bíblia.

Os muçulmanos também têm uma visão escatológica que diz que Jesus voltará ao mundo no fim dos tempos. Entretanto, ele certamente não virá como a Bíblia diz, para destruir os inimigos da Igreja e trazer o julgamento contra Satanás e seus seguidores. Ele virá como um muçulmano radical! De acordo com o Islamismo, ele vai instituir a Sharia (lei islâmica) e condenar à morte todos aqueles que se negarem a se converter ao Islamismo, principalmente judeus e cristãos. Então, certamente, muçulmanos e cristãos não creem no mesmo Jesus!

falso profeta

“Deixem-nos; eles são guias cegos. Se um cego conduzir outro cego, ambos cairão num buraco.” (Mateus 15:14)


Vamos conhecer um pouco sobre o “Jesus muçulmano” e o que ele fará quando vier à Terra:

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O Retorno do Jesus Muçulmano

De acordo com as tradições sagradas do Islã, o retorno de Jesus é normalmente descrito acontecendo logo ao lado de Damasco:

“Nesse mesmo momento Alá enviaria Cristo, filho de Maria, e ele irá descer na torre branca da mesquita no lado leste de Damasco vestindo duas peças levemente tingidas com açafrão e colocando suas mãos nas asas do dois Anjos. Quando ele abaixaria sua cabeça, cairiam gotas de suor de sua cabeça, e quando ele subiria, gotas como pérolas se espalhariam vindas dele.”1

O Subordinado do Mahdi

“Nesse tempo, Jesus desce ao encontro do exército do Mahdi, que estará se preparando para a batalha. Será logo antes da hora da oração: Muçulmanos ainda estarão se preparando para a batalha formando as fileiras. Certamente, a hora da oração chegará e então Jesus, filho de Maria descerá.”2

Baseado na relevante Hadith (tradições islâmicas), estudiosos islâmicos parecem ter um acordo universal de que o Mahdi irá pedir para Jesus dirigir as orações. Mas Jesus irá recusar esse pedido e irá submeter a Mahdi a direção da oração:

“O Mensageiro de Alá disse: Uma parte do meu povo não cessará de lutar pela verdade e irá prevalecer até o Dia da ressurreição. Ele disse: Jesus filho de Maria ANTICRISTO – O Messias Esperado Pelo Islã 59 então iria descer e seu [dos Muçulmanos] comandante [O Mahdi] o convidaria para vir e dirigi-los na oração, mas ele diria: Não, alguns entre vocês são comandantes sobre alguns.”3

O elemento importante aqui que precisa ser frisado é que Jesus irá orar atrás de Mahdi como uma declaração direta sobre a inferioridade de Jesus em patente ao Mahdi:

“Jesus irá recusar a oferta e convite do Imã Mahdi para vir e dirigir os Muçulmanos em oração, e dirá sua oração atrás de Imã Mahdi.”4

“Jesus (paz seja sobre ele) virá e fará as orações obrigatórias atrás do Mahdi e o seguirá.”5

“(Jesus) estará seguindo o Mahdi, o mestre do tempo, e é por isso que ele irá oferecer suas orações atrás dele.6

Jesus o Fiel Muçulmano

Após a volta de Jesus, condizente com sua identidade como um fiel muçulmano, ele fará o ritual da peregrinação (chamado hajj) a Meca:

“O Profeta disse: Verdadeiramente Isa ibn Maryam [Jesus, filho de Maria] descerá como um juiz imparcial e governante justo. Ele irá trilhar seu caminho na estrada para o hajj (peregrinação) e virá para minha sepultura para me saudar, e eu certamente irei responder!”7

Jesus Instituirá a Lei Islâmica

Enquanto o Mahdi, como Califa (vice-regente) e Imã (líder) dos muçulmanos é claramente visto como sendo superior a Jesus, Jesus ainda será o líder da Comunidade Muçulmana. De acordo com as tradições Islâmicas, o propósito primário de Jesus será supervisionar a instituição e a aplicação da lei Islâmica Sharia por todo o mundo:

“Ibn Qayyim mencionou em Manar al-munif que o líder… é o Mahdi que irá pedir a Jesus para dirigir os Muçulmanos em oração. Jesus irá permanecer na Terra, não como um profeta, mas como um da Comunidade (ummah) do Profeta Maomé. Os Muçulmanos o seguirão como seu líder. De acordo com Shalabi, o Mahdi liderará os Muçulmanos em oração, e Jesus irá governar os Muçulmanos de acordo com a Lei Divina (Shari’ah).”8

“Jesus, o filho de Maria, descerá e os liderará julgando dentre eles de acordo com o Sagrado Corão e a Suna do Profeta Maomé.”9

Jesus: O Grande Evangelista Muçulmano

A tradição Islâmica ensina que porquê Jesus se declarará como sendo muçulmano, ele levará muitos cristãos a se converterem ao Islã. Quanto aos que não se converterem ao Islã, o Corão afirma que Jesus irá ser uma testemunha contra eles no Dia do Julgamento:

“Nenhum dos Adeptos da Escritura (cristãos e judeus) deixarão de acreditar nele (Jesus) antes da sua morte, que, no Dia da Ressurreição, testemunhará contra eles.” – Alcorão 4:159

Comentando o verso acima, Mufti Muhammad Shafi e Mufti Mohammad Rafi Usmani, no livro deles – Sinais do Qiyama [O Julgamento Final] e a chegada do Maseeh [o Messias] – explicam que a frase “deixarão de acreditar nele antes da sua morte” significa que cristãos e judeus irão:

“… confirmar que ele está vivo e não morreu e ele não é Deus ou o Filho de Deus mas (meramente) Seu (de Alá) escravo e Mensageiro, e Isa [Jesus] irá testemunhar contra aqueles que o tem chamado de filho de Deus, os cristãos, e aqueles que tem desmentido ele, os judeus.”10

Xeque Kabbani, Chairman do Islamic Supreme Council of America [Supremo Conselho Islâmico da América] claramente enuncia a perspectiva Islâmica relativa ao papel evangelístico de Jesus quando Ele retornar:

“Como todos os profetas, o Profeta Jesus veio com a mensagem divina de se render ao Deus Todo Poderoso, que é o Islã. Este verso mostra que quando Jesus voltar ele irá pessoalmente corrigir as deturpações e as interpretações erradas a seu respeito. Ele irá afirmar a verdadeira mensagem que ele trouxe em seu tempo como um profeta, e que ele nunca disse ser o Filho de Deus. Posteriormente, ele irá reafirmar em sua segunda vinda o que ele profetizou em sua primeira vinda trazendo testemunha para o selo dos Mensageiros, Profeta Maomé. Em sua segunda vinda muitos não-muçulmanos irão aceitar Jesus como um servo de Alá Todo Poderoso, como um muçulmano e um membro da Comunidade de Maomé.”11

“Al-Sadr e Mutahhari, da mesma forma enunciam esta mesma expectativa: Jesus irá descer do céu e irá abraçar a causa do Mahdi. Os cristãos e os judeus irão vê-lo e reconhecerão sua verdadeira condição. Os cristãos abandonarão sua fé em sua divindade (sic).”12

Jesus Abolirá o Cristianismo

É crucial compreender que, de acordo com a crença e tradição Islâmica, quando Jesus voltar, ele não somente irá converter a maioria dos cristãos ao Islã, mas literalmente abolirá o Cristianismo inteiramente. Este fato é compreendido quando nós analisamos uma muito conhecida e citada tradição que se refere a quatro coisas específicas que Jesus fará quando voltar:

  1. Quebrar cruzes;
  2. Matar todos os suínos;
  3. Abolir o imposto jizya (um imposto muçulmano sobre não-muçulmanos);
  4. Matar o Anticristo Muçulmano (Dajjal) e seus seguidores.

“O Profeta disse: ‘Não há profeta entre eu e ele, que é, Jesus. Ele irá descer (para a Terra)… Ele irá quebrar a cruz, matar suínos, abolir a jizyah. Alá fará perecer todas as religiões exceto o Islã.’”13

As três ações de quebrar “a cruz”, matar porcos e abolir a jizyah, são baseadas na noção de que Jesus eliminará todas as outras religiões do mundo, instituindo o Islã. Shafi e Usmani explicam que “quebrar a cruz” significa “abolir a adoração à cruz”. Muitos muçulmanos entendem essa tradição da seguinte maneira: Jesus quebrará ou removerá todas as cruzes dos telhados e campanários das igrejas em toda a Terra. Esta ação irá, assim, indicar que Jesus estará fazendo uma clara afirmação sobre sua desaprovação da falsa noção que ele tenha sido um dia crucificado em uma cruz. A matança de suínos é para que a “crença Cristã de sua legalidade seja desmentida”14. A razão para abolir a jizyah (o imposto compulsório que não-muçulmanos têm de pagar para viver em uma terra muçulmana) é baseada na ideia de que quando Jesus retornar, a jizyah não será mais aceita. A única escolha que os cristãos terão é aceitar o Islã ou morrer. Como Sideque M.A. Veliankode afirma em Doomsday Portents and Prophecies [Prodígios e Profecias do Dia do Julgamento]:

“Jesus, o filho de Maria, irá logo descer entre os muçulmanos como um justo juiz… Jesus irá, portanto, julgar de acordo com a lei do Islã… todas as pessoas serão obrigadas a abraçar o Islã e não haverá outra alternativa.”15

Até Harun Yahya, da mesma maneira afirma esta crença em seu livro Jesus Will Return [Jesus Irá Voltar]:

“Jesus removerá todos os sistemas de descrença naquele período.”16

Juristas muçulmanos também confirmam estas interpretações: considere, por exemplo, o governo de Ahmad ibn Naqib al-Misri (morto em 1368) de The Reliance of the Traveller [A Dependência do Viajante], o clássico manual Shafi da jurisprudência Islâmica:

“… o tempo e o lugar para [a coleta de impostos] é antes da última descida de Jesus (sobre quem esteja a paz). Após esta última vinda, nada além do Islã será aceito deles, pois tomar o imposto é apenas efetivo até a descida de Jesus (sobre ele e nosso Profeta esteja a paz) …”17

Jesus, o Matador de Judeus

Além do “cumprimento” de abolir o Cristianismo em escala mundial, outra das principais atribuições de Jesus é matar a figura conhecida como Dajjal, ou a versão muçulmana do Anticristo. Mas Jesus não irá somente matar o Dajjal, mas também todos os seguidores do Dajjal, que serão judeus em sua maioria. Muhammad Ali Ibn Zubair, em um artigo intitulado Who is the evil Dajjal? [Quem é o maligno Dajjal?], afirma:

“Os Yahudis (judeus) de Isfahaan serão seus [do Dajjal] principais seguidores. Além de ter majoritariamente seguidores Yahudi, ele terá um grande número de seguidoras mulheres também.”18

Veliankode explica que uma das principais razões para a volta de Jesus é “refutar os judeus na questão controversa de que eles mataram Jesus… Contudo, Jesus os matará, incluindo o seu líder, o Anticristo.”19

Listando os eventos dos Últimos Dias à medida que ocorrem, Muhammad Ali Ibn Zubair, autor de The Signs of Qiyama [Os Sinais do Qiyama] (Dia do Julgamento), diz:

“Seus seguidores, os Yahudis, serão 70.000… (Então) Hadrat Isa (honradol Jesus) mata o Dajjal no portão de Hudd, perto de um aeroporto Israelense, no vale de “Ifiq”. A guerra final entre os Yahudi seguirão, e os Muçulmanos serão vitoriosos.”20

Jesus: Um Bom Homem Muçulmano de Família

Um aspecto final da volta do Jesus Muçulmano deve ser ressaltado. Após converter o mundo ao Islã e matar os descrentes – o Dajjal e seus seguidores – é dito que Jesus irá se casar, ter filhos e eventualmente morrer:

“O Profeta disse: Não há profeta entre eu e ele, que é, Jesus… Ele irá destruir o Anticristo e viverá na terra por quarenta anos e depois irá morrer. Os Muçulmanos orarão sobre ele.”21

“Após sua descida à terra, Jesus se casará. Ele terá filhos, e ele permanecerá na terra 19 anos após o casamento. Ele falecerá e os muçulmanos farão sua Oração Funeral e o enterrarão próximo ao Profeta Maomé.”22

Vamos recapitular as várias características e ações do Jesus Muçulmano sobre seu retorno à terra:

  1. É dito que Jesus retornará à terra nos Últimos Dias perto de uma mesquita em Damasco;
  2. Ele chegará em um tempo quando o Mahdi e seu exército estarão se preparando pra orar;
  3. O Mahdi pedirá para ele dirigir a oração, mas Jesus recusará, em sinal de respeito ao Mahdi, a quem Jesus declarará ser o líder dos muçulmanos;
  4. Ele então orará atrás do Mahdi como um subordinado;
  5. Ele será um fiel muçulmano;
  6. Ele fará a peregrinação à Meca;
  7. Ele visitará o túmulo de Maomé, e o saudará, de forma que Maomé retornará a saudação do túmulo;
  8. Ele destruirá o Cristianismo;
  9. Ele repelirá o imposto jizyah, assim fazendo com que a única opção para judeus e cristãos seja se converter ao Islamismo ou morrer;
  10. Ele estabelecerá a Sharia (Lei) Islâmica por toda a terra;
  11. Ele matará o Anticristo e seus seguidores, constituídos majoritariamente de Judeus e mulheres;
  12. Ele permanecerá na terra por mais ou menos quarenta anos, e durante este tempo ele se casará, terá filhos e morrerá.

Como temos visto claramente, o Jesus Muçulmano – em natureza e ações – é muito diferente do Jesus Bíblico.


Agora que já conhecemos essa figura, vamos compará-la ao falso profeta bíblico e ver que são a mesma pessoa, tentando enganar os fiéis do Senhor Jesus Cristo Bíblico ao fingir ser Ele.

A profecia do Apocalipse diz:

“Então vi outra besta que saía da terra, com dois chifres como cordeiro, mas que falava como dragão. Exercia toda a autoridade da primeira besta, em nome dela, e fazia a terra e seus habitantes adorarem a primeira besta, cujo ferimento mortal havia sido curado. E realizava grandes sinais, chegando a fazer descer fogo do céu à terra, à vista dos homens. Por causa dos sinais que lhe foi permitido realizar em nome da primeira besta, ela enganou os habitantes da terra. Ordenou-lhes que fizessem uma imagem em honra da besta que fora ferida pela espada e contudo revivera. Foi-lhe dado poder para dar fôlego à imagem da primeira besta, de modo que ela podia falar e fazer que fossem mortos todos os que se recusassem a adorar a imagem. Também obrigou todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, a receberem certa marca na mão direita ou na testa, para que ninguém pudesse comprar nem vender, a não ser quem tivesse a marca, que é o nome da besta ou o número do seu nome. Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Seu número é seiscentos e sessenta e seis.” (Apocalipse 13:11-18, NVI)

A partir desta passagem, podemos determinar algumas coisas sobre o Falso Profeta. Primeiramente, ele é chamado de besta – ele é, como o Anticristo, um homem possuído por Satanás. Ele é outro ser usado pelo dragão para exercer a vontade de Satanás na Terra. Mas em vez de dez chifres, ele tem apenas dois. Os chifres representam autoridade. O poder e autoridade do Falso Profeta são evidentes, mas eles não são iguais aos do Anticristo, que possui dez chifres. O Falso Profeta é também um operador de milagres. Entre os muitos milagres que ele vai operar, um é mencionado especificamente: Ele vai fazer descer fogo do céu. A razão primária para o Falso Profeta operar sinais miraculosos é para que os habitantes da Terra sejam enganados, o sigam e adorem o Anticristo.

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Os dois chifres de cordeiro podem literalmente indicar que ele fingirá ser Jesus Cristo, pois no Livro de Apocalipse Jesus é chamado de Cordeiro (Apocalipse 13:8). Apesar de o Falso Profeta ter “dois chifres como de cordeiro” (fingir ser Jesus), ele “fala como dragão” (está agindo e prol da causa de Satanás). Ou seja, as suas palavras e ações são abominavelmente diferentes das palavras e ações do Senhor Jesus Cristo Nosso Salvador. E isso nos permitirá distingui-lo do verdadeiro Cordeiro de Deus (veja Mateus 7:15-20), cujas palavras e ações são perfeitas e santas, em conformidade com a natureza do Pai.

O Falso Profeta é alguém que trabalha em conjunto com o Anticristo, preenchendo um papel de suporte, enquanto o outro é o líder. Enquanto o Anticristo Mahdi é claramente descrito como sendo “o Vice Regente (Califa) de Alá”23, o Jesus do Islamismo é descrito como sendo um que “apoiará a causa do Mahdi”24 e “o seguirá”25. A parceria entre Mahdi e Isa (o Jesus do Islamismo) é de um líder com seu subordinado. O Jesus Muçulmano é uma versão destorcida do Jesus bíblico, que disse:

“Pois desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas para fazer a vontade daquele que me enviou. E esta é a vontade daquele que me enviou: que eu não perca nenhum dos que ele me deu, mas os ressuscite no último dia. Porque a vontade de meu Pai é que todo o que olhar para o Filho e nele crer tenha a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia.” (João 6:38-40)

Jesus veio fazer a vontade do Pai, e o Falso Profeta virá para fazer a vontade de Mahdi e Satanás. Enquanto que Jesus Cristo quer nos libertar e salvar, o Falso Profeta quer nos afastar do Deus Verdadeiro e nos fazer adorar o Anticristo.

O Falso Jesus Muçulmano irá ser o maior evangelista que o mundo já viu. Ele cumpre a descrição do Falso Profeta a esse respeito: O falso Jesus Muçulmano, como o Falso Profeta, vem para converter os cristãos pelo mundo para uma nova religião, que é o Islã:

“Quando Jesus retornar ele irá pessoalmente corrigir as deturpações e as interpretações erradas sobre ele mesmo. Ele irá afirmar a verdadeira mensagem que ele trouxe em seu tempo como um profeta, e que ele nunca clamou ser o Filho de Deus. Mais tarde, ele irá reafirmar em sua segunda vinda o que ele profetizou em sua primeira vinda trazendo testemunho ao selo do Mensageiro, Profeta Maomé. Em sua segunda vinda muitos não-muçulmanos irão aceitar Jesus como um servo de Alá Todo Poderoso, como um muçulmano e membro da Comunidade de Maomé.”26

As tradições Islâmicas que estabelecem que Jesus abolirá a jizyah, assim deixando duas opções para cristãos e judeus em todo o mundo: se converter ao Islã ou morrer.

“Jesus, o filho de Maria, irá em breve descer entre os muçulmanos como um justo juiz… Jesus irá, no entanto, julgar de acordo com a lei do Islã… todas as pessoas terão que abraçar o Islã e não haverá outra alternativa.”27

“O tempo e o lugar (para captação de impostos) é antes da descida de Jesus. Após sua vinda final, nada além do Islã será aceito deles, pois coletar seus impostos só é eficaz até a descida de Jesus.”28

O Jesus Muçulmano se recusa a receber um “não” como resposta. Ele, junto com o Mahdi, instituirá a Lei Islâmica (Sharia), abolindo a jizyah (imposto). Após a jizyah ser abolida, “todas as pessoas terão que abraçar o Islã e não haverá outra alternativa”29. Se alguém se recusar a se converter, os líderes da dita “religião da paz”, Mahdi e Isa – o Jesus Muçulmano -, irão executá-los.


O Falso Profeta fará uma imagem do Anticristo

O Falso Profeta Jesus do Islamismo fará uma “imagem em honra da besta” (o Anticristo) e quem se recusar a adorá-la será morto:

“Por causa dos sinais que lhe foi permitido realizar em nome da primeira besta, ela enganou os habitantes da terra. Ordenou-lhes que fizessem uma imagem em honra da besta que fora ferida pela espada e contudo revivera. Foi-lhe dado poder para dar fôlego à imagem da primeira besta, de modo que ela podia falar e fazer que fossem mortos todos os que se recusassem a adorar a imagem.” (Apocalipse 13:14-15)

A Bíblia diz como serão mortos aqueles que se recusarem a adorar a besta:

“… Vi as almas dos que foram decapitados por causa do testemunho de Jesus e da palavra de Deus. Eles não tinham adorado a besta nem a sua imagem, e não tinham recebido a sua marca na testa nem nas mãos. Eles ressuscitaram e reinaram com Cristo durante mil anos.” (Apocalipse 20:4)

Curiosamente, é por decapitação que os extremistas islâmicos assassinam os cristãos nos países do Oriente Médio!

Eles fazem isso porque o Alcorão manda:

“E de quando o teu Senhor revelou aos anjos: Estou convosco; firmeza, pois, aos fiéis! Logo infundirei o terror nos corações dos incrédulos; decapitai-os e decepai-lhes os dedos!” (Alcorão 8:12)

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21 cristãos coptas egípcios sequestrados na Líbia e decapitados pelo Estado Islâmico em fevereiro de 2015.

Que imagem será essa que a besta vai fazer?

Quando o profeta Daniel foi para a Babilônia, o rei Nabucodonosor mandou construir uma estátua e deu ordens para que ela fosse adorada:

“O rei Nabucodonosor fez uma imagem de ouro de vinte e sete metros de altura e dois metros e setenta centímetros de largura, e a ergueu na planície de Dura, na província da Babilônia. Depois convocou os sátrapas, os prefeitos, os governadores, os conselheiros, os tesoureiros, os juízes, os magistrados e todas as autoridades provinciais para assistirem à dedicação da imagem que mandara erguer. Assim todos eles… se reuniram para a dedicação da imagem que o rei Nabucodonosor mandara erguer, e ficaram de pé diante dela. Então o arauto proclamou em alta voz: ‘Esta é a ordem que lhes é dada, ó homens de todas nações, povos e línguas: Quando ouvirem o som da trombeta, do pífaro, da cítara, da harpa, do saltério, da flauta dupla e de toda espécie de música, prostrem-se em terra e adorem a imagem de ouro que o rei Nabucodonosor ergueu. Quem não se prostrar em terra e não adorá-la será imediatamente atirado numa fornalha em chamas’. Por isso, logo que ouviram o som da trombeta, do pífaro, da cítara, da harpa, do saltério e de toda espécie de música, os homens de todas nações, povos e línguas prostraram-se em terra e adoraram a imagem de ouro que o rei Nabucodonosor mandara erguer.” (Daniel 3:2-7)

Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, os três amigos judeus de Daniel, se negaram a adorar a estátua do rei e foram jogados na fornalha em chamas (Daniel 3:16-26).

Acredita-se que, no fim dos tempos, algo semelhante acontecerá quando o Anticristo invadir Jerusalém (Cf. Apocalipse 11:1-2), porque a Prostituta/Meretriz (Meca, a cidade sagrada dos muçulmanos, que será destruída – Apocalipse 17:16-18) montada na Besta é chamada de “Mistério, Babilônia” (Apocalipse 17:5). Ou seja, o Falso Profeta mandará erigir uma imagem em honra do Anticristo e quem não adorá-la será morto, um sistema semelhante ao da antiga Babilônia.

Maomé, o mensageiro de Alá, disse sobre a Pedra Negra: “Por Allah porque Allah vai levantá-la no Dia da Ressurreição com dois olhos pelos quais ela verá e uma língua com que ela falará, testemunhando a quem quer que tocou na verdade” (Jami` at-Tirmidhi 4, 961).

pedra

A Pedra Negra da Caaba é idolatrado pelos muçulmanos, que creem que precisam ir vê-la pelo menos uma vez na vida e tocá-la para receber o perdão dos pecados.

Em seu livro,  o profeta Daniel descreve o Anticristo como “chifre pequeno”, que possuía “olhos de um homem” (o Anticristo) e uma “boca que falava com arrogância” (Daniel 7:8). Curiosamente, a porta da Caaba, aquela construção em forma de cubo, que fica em Meca, na Arábia Saudita, onda está a Pedra Negra, tem a forma de um chifre pequeno, com olhos e boca! Veja:

caaba

meca

Como o apóstolo Paulo parece indicar em 2 Tessalonicenses 2:1-12, haverá um terceiro templo de Salomão, o “Templo de Deus”, onde o Anticristo vai se assentar e se proclamar Deus (v.4). E lá dentro porá a maldita Pedra Negra da Caaba, a “abominação que causa desolação” (ou “sacrilégio terrível” – Mateus 24:15); algo semelhante ao que Antíoco IV Epifânio fez no primeiro Templo de Salomão, e o imperador Tito no segundo Templo, em 70 d.C., quando destruiu Jerusalém.

De qualquer forma, podemos ver mais uma vez que as profecias apontam para o Islã.


O Falso Profeta trará a “marca da besta”

“Também obrigou todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, a receberem certa marca na mão direita ou na testa, para que ninguém pudesse comprar nem vender, a não ser quem tivesse a marca, que é o nome da besta ou o número do seu nome. Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Seu número é seiscentos e sessenta e seis.” (Apocalipse 13:16-18)

A Bíblia deixa claro que quem vai trazer a marca será o Falso Profeta. E essa marca serve, especificamente, para adorar a besta, e identifica o número de um homem, que é o Anticristo. Uma vez que o Império do Anticristo será o Califado Islâmico, não devemos esperar uma marca saída de algum outro lugar senão do Islamismo.

O Alcorão diz que no fim dos tempos, Alá trará uma “besta da Terra” (a Bíblia diz que a besta da Terra é o Falso Profeta!) que marcará os muçulmanos:

“E quando a palavra for cumprida a respeito deles, deverá ser trazida diante deles uma besta da Terra para falar-lhes. Porque a humanidade não teve fé em nossos versículos.” (Alcorão 27:82)

Assim, podemos ver claramente que eles trarão a marca da besta. Muçulmanos pensam que essa besta que Alá trará da terra é uma figura do bem que irá marcá-los. Mas a Bíblia nos diz que essa basta é o Falso Profeta que age com o poder das trevas. Essa marca não é algo bom, e aqueles que a aceitarem serão condenados! (Pense no choque que muçulmanos levam quando leem essas profecias. Ore por eles!)

Muitos dizem que a marca da besta será um microchip, que substituirá o dinheiro. Mas nada na Bíblia diz que o dinheiro vai deixar de existir ou que essa marca irá substitui-lo, mas simplesmente que quem não tiver a marca da besta não vai poder comprar nem vender.

Essa marca identifica o número de um homem (o Anticristo, pois quem a aceitar estará adorando a imagem que o Falso Profeta fará em honra do Anticristo), e esse número é 666.

shoebaths

Walid Shoebat (foto acima), um ex-terrorista islâmico que se tornou cristão, descobriu uma ligação entre o nome Alá e o número 666. Ele explicou que as letras gregas para 666, X (χ), E (ξ), S (ς), que João escreveu no Apocalipse são, na realidade, a frase árabe “Bismillah”, que significa “Em nome de Alá”.

6661

O primeiro símbolo são espadas cruzadas, frequentemente usadas por muçulmanos em bandeiras e símbolos militares:

espadas

espada

O símbolo do meio  é o símbolo islâmico ‘Bismillah’ árabe para Alá, ou “Em nome de Alá”.

allah

Quando você vira o “Bismillah” de lado e o coloca ao espelho, ele forma o mesmo caractere do meio grego escrito por João. Veja:

bismillah1

O terceiro caractere é o grego “stigma”, que significa “marca” ou “emblema” de servidão.

stigma

O grego XES, ou 666, tem sido notado não apenas no “Bismillah”, mas também no “Shahada”, que é a confissão de fé islâmica (Ashhadu anna La ilah illa allah wa ashhadu anna muhammadan rasulu allah, que significa: “testemunho que não há divindade além de Alá, e testemunho que Maomé é seu profeta”), a qual é usada como um emblema na testa por muçulmanos, e estará escrita no emblema de servidão no Dia do Julgamento.

shahada1

nome

emblema

Os “XES” também estão escritos nas mesquitas e bandeiras islâmicas que têm as adagas cruzadas e “Allahu Akbar”, que significa “Alá é grande”.

allahu

Também pode ser notado que na forma da caligrafia árabe, o nome “Allahu Akbar” contém três 6, o que pode ser visto claramente:

meia

O número 666 também pode ser encontrado no próprio selo do Califado Otomano. Esse selo é chamado de “Tughra”, e contém, em hebraico e grego, o número 666:

selo

O hebraico 666 consiste nas letras “vav” repetidas três vezes. E em cima do hebraico é encontrado um número grego 666, que é a letra “Stigma”, novamente repedido três vezes.

tughra

666

Às vezes, os califas usavam um pseudônimo ao lado de seus nomes como “El-Ghazi”, significando “O Guerreiro”, e você pode ver claramente um 666 neste pseudônimo. De fato, o nome do Califa escrito no Tughra pode muito bem ser a marca da Besta, por conter o nome de um homem e seu número e também a marca do seu Império.

Nas adorações a Alá, as orações muçulmanas ao nome “Allahu Akbar” são recitados exatamente 111 vezes por dia, por 6 dias, o que é igual a 666; e durante as rezas das sextas-feiras, os muçulmanos recitam “Allahu Akbar” “somente” 98 vezes.

muçulmanos rezando

Portanto, uma conexão direta entre o nome “Allahu Akbar” e o número 666 pode ser observada.

A Bíblia fala em trazer a marca na testa ou na mão direita (Apocalipse 13:16-18). Tem sido apontado que os muçulmanos já têm trazido marcas na testa e nos braços como uma forma de protesto islâmico e Jihad.

A palavra grega “charagma” (χαραγμα) usada por João para “marca” significa um selo, uma marca impressa. Assim, um seguidor do anticristo vai ter um selo no seu corpo ou algum tipo de bandana para ser colocada na sua testa ou braço.

lendo

No tempo de João, “charagma” era reservada para escravos, sendo chamada de “distintivo de servidão”. Então, é um distintivo que declara escravidão, posse do mestre, e os seguidores o usam para demonstrar fidelidade a esse “mestre”. Isso se encaixa no Islã, uma vez que, de acordo com a Teologia Islâmica, muçulmanos são escravos de Alá, e o Islã é uma religião de submissão. De fato, a palavra “muçulmano” significa “aquele que se submete a Alá”.

Dê uma olhada para as mais diferentes bandanas muçulmanas que foram feitas para serem usadas como um sinal da sua fé:

selo3

selo2

selo1

Há uma bandana realmente interessante que tem escrita nela o XES das espadas cruzadas que eles chamam de faixa de cabeça, fita para cabeça (bandana mesmo).

Incrivelmente, o Dicionário Strong nos diz exatamente o que a palavra Alá realmente significa. A palavra Alá é exatamente a palavra hebraica  אלה (’alah). O dicionário Strong fala de “imprecação, maldição, execração, blasfêmia, juramento”. Então, Alá é na verdade o nome para “amaldiçoar, praguejar”. E incrivelmente a serpente no Jardim do Éden foi a primeira criatura a ser amaldiçoada por Deus.

Portanto, a conexão entre a serpente ser amaldiçoada e Alá significar “maldição” é surpreendente. Usar o nome de Alá aponta para o fato da maldição, o que explica o porquê de o nome Alá estar nesse formato da serpente.

serpente

Nesse segundo conceito, a Bíblia, em Apocalipse 12:9, descreve Satanás como o grande dragão, a “antiga serpente” chamada diabo e Satanás.

diabo

Como é que os muçulmanos louvam o deus deles? Gritando “Allahu Akbar” (Alá é Grande), e é assim que eles adoram o dragão Satanás.

A Bíblia não chama o dragão de Satanás apenas, mas de “o grande dragão” (Apocalipse 12:9). O “grande” é na realidade parte do nome de Alá. Na Bíblia, o “grande” é parte do nome do dragão. Até o nome da prostituta que cavalga a Besta traz escrito na sua testa: “Babilônia, a Grande” (Apocalipse 17:5), uma cidade que pensa que é grande.

A palavra para “grande” em árabe é “Akbar”, que é de fato um orgulho que somente os muçulmanos gritam: “Allahu Akbar”.

allahu-akbar

Muitas pessoas ensinam que a marca da besta será uma marca espiritual, que a testa representa o pensamento e a mão direita representa o agir. Assim, que aceitar essa marca, pensará conforme o sistema do Anticristo e agirá de acordo com ele. Nós não rejeitamos essa interpretação. Mas cremos que a marca, além de espiritual, será também literal e visível, pois servirá para que o Falso Profeta distinga quem é muçulmano e quem não é, e, assim, possa perseguir e matar quem não é, quem se recusou a adorar o Anticristo e a sua imagem.

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“Mas, quando os meses sagrados houverem transcorrido, então mate os idólatras onde quer que estejam, e os capturem e os cerquem e esperem por eles em cada emboscada, porém, caso se arrependam, observem a oração e paguem o zakat [taxa obrigatória para caridade], abri-lhes o caminho. Sabei que Alá é Piedoso, Misericordioso.” – Alcorão 9:5 (Shakir)

A Bíblia alerta sobre o destino terrível que terão aqueles que adorarem a besta e receberem a sua marca:

“Um terceiro anjo os seguiu, dizendo em alta voz: ‘Se alguém adorar a besta e a sua imagem e receber a sua marca na testa ou na mão, também beberá do vinho do furor de Deus que foi derramado sem mistura no cálice da sua ira. Será ainda atormentado com enxofre ardente na presença dos santos anjos e do Cordeiro [Jesus], e a fumaça do tormento de tais pessoas sobe para todo o sempre. Para todos os que adoram a besta e a sua imagem, e para quem recebe a marca do seu nome, não há descanso, dia e noite.’” (Apocalipse 14:9-11)


Conclusão

Muçulmanos gostam muito de usar Jesus como uma ferramenta evangelística entre os cristãos. Numerosos livros muçulmanos têm sido publicados exaltando a grandeza de Jesus e expressando um profundo amor por ele. Diversos websites muçulmanos afirmam que “Meu amor por Jesus me levou ao Islamismo”. Muçulmanos usam Jesus como isca para atrair cristãos e convertê-los ao Islã. Mas o Jesus propagado pelo Islã é muito diferente do Jesus do Cristianismo. O Jesus muçulmano virá e revelará sua verdadeira identidade de mais radical que os muçulmanos fundamentalistas. Ele é retratado como aquele que estabelecerá a Lei Islâmica pela Terra, que legalizará a execução de qualquer um que se recuse a se converter ao Islã e liderará o exército que irá exterminar dezenas de milhares de judeus que serão apontados como seguidores de Dajjal.

Muçulmanos estão esperando um homem que dirá ser Jesus Cristo. Ele será apresentado como um cordeiro. Ele irá clamar – de acordo com a tradição Islâmica – que tem estado vivo no céu pelos últimos dois mil anos, esperando para retornar para completar sua vida e cumprir sua missão na Terra. Tal homem será um mentiroso. Ele será um verdadeiro aprendiz de seu mestre, o pai da mentira (Satanás – João 8:44). Ele cumprirá o que a Bíblia diz ser o maior enganador – quem não o aceitar, será exterminado. Na Bíblia, nós vemos que é para esse mesmo propósito que Satanás irá dar poder a seu Falso Profeta. A descrição bíblica do Falso Profeta e a descrição Islâmica do Jesus Muçulmano, em todos os pontos principais, é idêntica. Portanto, parece bastante plausível concluir que o falso Jesus do Islamismo é mesmo o Falso Profeta da Bíblia. Então, quando ele se manifestar, não se deixe enganar. Vigie em oração e descanse no Senhor! Aqueles que guardam e praticam as palavras de Cristo não serão enganados. Amém!

“Feliz aquele que lê as palavras desta profecia e felizes aqueles que ouvem e guardam o que nela está escrito, porque o tempo está próximo.” (Apocalipse 1:3)

Maranata (Vem, Senhor)!


Notas:

1 Sahih Muslim Livro 041, Número 7015.

2 Sideeque M.A. Veliankode, Doomsday Portentes and Prophecies [Prodígios e Maravilhas do Juízo Final] (Scarborough, Canadá, 1999) p. 351 3. Sahih Muslim Livro 001, Número 0293, Narrado por Jabir bin ‘Abdullah.

4 Veliankode, p. 350.

5 Sais I-Nursi, The Rays [Os Raios], O Quinto Raio, p. 493, como citado em harun Yahya, Jesus will Return [Jesus Retornará], (Londres, Ta Há, 2001), p. 66.

6 Aiatolá Baqir al-Sadr e Aiatolá Muratda Mutahhari, The Awaited Savior [O Esperado Salvador] (Karachi, Publicações do Seminário Islâmico), prólogo, p. 3.

7 Hakin Mustadrak, (2:652) # 4162 como relatado por Abu Harayra citado em Kabbani, p. 237.

8 Sahih Ashrat as-Sa’at, como citado em Kabbani, p. 236.

9 Veliankode, p. 351.

10 Mufti Mohammad Shaft e Mufti Mohammad Rafi Usmani, Signs of the Qiyama and the Arrival of the Maseeh [Sinais do Qiyamma e a Chegada do Messias] (Karachi, Darul Ishat, 2000), p. 60.

11 Kabbani, p. 237.

12 Al-Sadr e Mutahhari, prólogo, p. 3.

13 Sunan Abu Dawud, Livro 37, Número 4310, narrado por Abu Hurayrah; veja também Sahih Bukhari Volume 3, Livro 43, Número 656.

14 Shafi, Usmani, p. 59.

15 Veliankode, p. 358.

16 Yahya, p. 52.

17 The Reliance of the Traveller and Tools of the Worshipper, a Classic Manual of Islamic Sacred Law [A Dependência do Viajante um Manual Cássico da Lei Sagrada Islâmica], Traduzido [para o ingles] por Noah Ha Mim Keller, (Amana Publicactions, Beltsville Maryland, revisado em 1994) p. 603.

18 Muhammad Ali Ibn Zubair Who is the Evil Dajjal (the “anti-Christ”) [Quem é o Maligno Dajjal (o anti-Cristo)]? Artigo online de http://www.islam.tc/prophecies/masdaj.html

19 Veliankode, p. 360, Sahih Bukhari Volume 3, Livro 43, Número 656.

20 Muhammad Ali Ibn Zubair, The Signs of the Qiyama [Os Sinais do Qiyama], traduzido [para o inglês] por M. Afzal Hoosein Elias em: http://members.cox.net/arshad/qiyama.html

21 Sunan Abu Dawud, Livro 37, Número 4310 Narrado por AbulHurayrah.

22 Tirmidhi, como citado em Jesus (Isa) A.S. in Islam, and his Second Coming [Jesus (Isa) A. S. no Islã, e sua Segunda Vinda] por Mufti A. H. Elias em: http://www.islam.tc/prophecies/jesus.html

23 Ibn Maja, Kitab al-Fitan #4084 como citado em Xeque Muhammad Hisham Kabbani, The Approach of Armageddon? An Islamic Perspective [A Aproximação do Armagedom? Uma Perspectiva Islâmica] (Canadá, Supreme Council of America, 2003), p. 231.

24 Aiatolá Baqir al-Sadr e Aiatolá Muratda Mutahhari, The Awaited Savior [O Esperado Salvador] (Karachi, Publicações do Seminário Islâmico), prólogo, p. 3.

25 Sais I-Nursi, The rays, The Fifth Ray, p. 493, como citado em harun Yahya, Jesus Will Return [Jesus Retornará], (Londres, Ta Ha, 2001), p. 66.

26 Kabbani, p. 237.

27 Sideeque M.A. Veliankode, Doomsday Portents and Prophecies [Os Prodígios e Profecias do Dia do Julgamento] (Scarborough, Canadá, 1999) p. 358

28 Ahmad ibn Naqib al-Misri, The Reliance of the Traveller and Tools of the Worshipper, a Classic Manual of Islamic Sacred Law [A Dependência do Viajante e as Ferramentas fo Adorador, um Manual Clássico da Lei Sagrada Islâmica], Traduzido [para o inglês] por Noah Há Mim Keller, (Amana Publications, Beltsville Maryland, revisado 1994) p. 603.

29 Mufti Mohammad Shafi e Mufti Mohammad Rafi Usmani, Signs of the Qiyama and the Arrival of the Maseeh [Sinais do Qiyama e a Chegada do Messias], (Karachi, Darul Ishat, 2000), p. 59.

Algumas informações foram retiradas dos capítulos 6 e 7 do livro “Anticristo: O Messias esperado pelo Islã”, de Joel Richardson.

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