Qual é a marca da Besta?

A fim de que você possa entender bem o que será dito aqui, pedimos que antes leia o artigo Quem é a Grande Meretriz do Apocalipse?.

“Também obrigou todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, a receberem certa marca na mão direita ou na testa, para que ninguém pudesse comprar nem vender, a não ser quem tivesse a marca, que é o nome da besta ou o número do seu nome. Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Seu número é seiscentos e sessenta e seis. (Apocalipse 13:16-18)

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O apóstolo João escreveu o Apocalipse em grego. Walid Shoebat (foto acima), um ex-terrorista islâmico que se tornou cristão, descobriu uma ligação entre o nome Alá e o número 666. Ele explicou que as letras gregas para 666, X (χ), E (ξ), S (ς), que João escreveu no Apocalipse são, na realidade, a frase árabe “Bismillah”, que significa “Em nome de Alá”.

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O primeiro símbolo são espadas cruzadas, frequentemente usadas por muçulmanos em bandeiras e símbolos militares:

A palavra grega “charagma” (χαραγμα) usada por João significa “marca” significa um selo, uma marca impressa. Assim, um seguidor do anticristo vai ter um selo no seu corpo ou algum tipo de bandana para ser colocada na sua testa ou braço.

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No tempo de João, “charagma” era reservada para escravos, sendo chamada de “distintivo de servidão”. Então, é um distintivo que declara escravidão, posse do mestre, e os seguidores o usam para demonstrar fidelidade a esse “mestre”. Isso se encaixa no Islã, uma vez que, de acordo com a Teologia Islâmica, muçulmanos são escravos de Alá, e o Islã é uma religião de submissão. De fato, a palavra “muçulmano” significa “aquele que se submete a Alá”.

Dê uma olhada para as mais diferentes bandanas muçulmanas que foram feitas para serem usadas como um sinal da sua fé:

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A palavra Alá é exatamente a palavra hebraica  אלה (’alah). O dicionário Strong fala de “imprecação, maldição, execração, blasfêmia, juramento”. Então, Alá é na verdade o nome para “amaldiçoar, praguejar”. E incrivelmente a serpente no Jardim do Éden foi a primeira criatura a ser amaldiçoada por Deus (Gênesis 3:1-19). A conexão entre a serpente ser amaldiçoada e Alá significar “maldição” é surpreendente. Usar o nome de Alá aponta para o fato da maldição, o que explica o porquê de o nome Alá estar nesse formato da serpente.

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A Bíblia, em Apocalipse 12:9, descreve Satanás como o grande dragão, a “antiga serpente” chamada diabo e Satanás.

diabo

Então, o livro do Apocalipse continua a falar do grande dragão Satanás dando seu trono para o anticristo e um grupo de pessoas adorando o dragão:

“Adoraram o dragão, que tinha dado autoridade à besta, e também adoraram a besta, dizendo: ‘Quem é como a besta? Quem pode guerrear contra ela?’” (Apocalipse 13:4)

Qual povo iria sabidamente adorar o dragão Satanás? Nenhum. Esse povo na verdade não tem a menor ideia de que está adorando Satanás, mas está gritando sua adoração nas ruas porque o dragão lhe deu um rei.

Qual tipo de povo iria ficar nas ruas adorando um deus por ter lhe dado um império e um rei forte contra o qual ninguém ousaria guerrear? Como é que os muçulmanos louvam o deus deles? Gritando “Allahu Akbar” (Alá é Grande), e é assim que eles adoram o dragão Satanás.

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A Bíblia não chama Satanás apenas de “dragão”, mas de “O grande dragão” (Apocalipse 12:9). O “Grande” é na realidade parte do nome de Alá. Na Bíblia, “O grande” é parte do nome do dragão. Até a prostituta que cavalga a Besta traz escrito na sua testa: “Babilônia, a Grande” (Apocalipse 17:5). A palavra para “grande” em árabe é “Akbar”.

O outro significado da palavra hebraica “Alá” é “amaldiçoado, juramento”; um juramento de obrigação, que é exatamente o que Alá requer dos seus seguidores.

No jardim do Éden, enquanto falava com a serpente, Deus nos deu uma profunda profecia concernente aos últimos dias.

“Porei inimizade entre você e a mulher, entre a sua descendência e o descendente dela; este lhe ferirá a cabeça, e você lhe ferirá o calcanhar”. (Gênesis 3:15)

Deus falou do ódio entre a serpente Satanás e a mulher Israel. Então, Ele fala sobre duas sementes: a semente da mulher e a semente da serpente. A semente da mulher cujo calcanhar foi mordido pela serpente foi o Messias prometido, Jesus Cristo, que foi crucificado tendo pregos atravessando Seus pés, o que O deixou com duas marcas, como se Ele tivesse sido mordido pela serpente.

Acreditamos que quando Ele falou da semente da serpente se referia ao falso Messias. Para descobrir quem são essas duas raças opostas, não precisamos olhar muito longe. É sabido que a mulher é Israel, que deu a luz ao Messias (Apocalipse 12). Só precisamos agora olhar para um tipo de povo que, de cordo com essa passagem. odeia Israel, como a serpente odeia. Não é outro povo senão os muçulmanos.

Deus disse que a semente viria da serpente. Esta semente da serpente está descrevendo o anticristo, que virá do povo que Satanás escolheu devido ao ódio dele por Israel. Assim como Jesus foi a semente prometida da mulher Israel, o Islã também está esperando que Alá lhes mande o “messias prometido”, chamado “Imam Mahdi”, o décimo segundo Imam do Islã. Esse Mahdi é a semente da serpente Alá.

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E esse Mahdi vei se tornar o Califa e o rei do Islã, unindo todas as terras islâmicas divididas que tiveram uma ferida mortal na cabeça quando o califado do Império Otomano foi dissolvido, causando o rompimento do império.

Esse califa irá reunir as terras islâmicas, o que a Bíblia descreve como “a ferida na cabeça sendo curada” (Apocalipse 13 e 17). Quando o dragão der a ele o seu assento de poder e grande autoridade, todo o mundo islâmico vai saber da besta. Também é aquele que irá fazer guerra a Jesus Cristo na batalha do Armagedom, uma conexão surpreendente entre a marca da besta e a crença islâmica sobre os últimos dias.

A besta e sua marca, a “bandana de servidão”, é de fato um mandamento do próprio Maomé.

“Ele disse: A’lá salvará um homem de minha nação, acima de toda a criação no dia do julgamento. Na frente dele colocou 99 registros por seus pecados. Cada registro é tão longo que não o vejo. Então, ele perguntou: ‘Você nega qualquer um desses?’ Em seguida, ele diz: ‘Não, oh Senhor!’ Então, Alá pergunta: ‘Você tem alguma desculpa?’ Ele responde: ‘Não, senhor’. Então lhe é dito: ‘Você tem apenas uma boa ação, e não haverá nenhuma condenação para você hoje’. Uma insígnia é trazida adiante. Rolado através dele estão as palavras: ‘Não há outro deus além de Alá, e Maomé é o seu mensageiro.’ Então ele pediu para levar adiante seus atos. Ele pergunta: ‘Oh, senhor, o que há nesta insígnia a qual está escrito esses registros?’ Ele disse: ‘Você não receberá nenhuma condenação. As obras são colocadas na mão e o emblema no outro. Então o registro irá flutuar e o emblema pesará mais que os registros.’”  (Alcorão Tirmuthi 2639)

A bandana da servidão, o emblema da servidão, é a falsificação islâmica de Jesus Cristo, que Maomé alegou ser o que vai perdoar os muçulmanos de todos os pecados no Dia do Juízo.

Resumindo tudo, o nome da besta junto com variações do nome de Alá será usado como um sinal de submissão na mão direita ou na testa. O Islã está submetido à fidelidade a um deus estranho (Satanás). O emblema (marca da besta) é o “Shahada”, que é blasfemo, e é usado pelos islâmicos como uma bandana na testa. O “Shahada” é a declaração de fé Islâmica, que afirma: “Não há outro Deus então Alá, e Maomé é o mensageiro de Alá”.

Se esse “Shahada” é parte da marca da besta, aqueles que a tiverem estarão para sempre negando a Jesus como o Filho de Deus, e selando a eles próprios ao Islã, que é a única religião que efetivamente nega Jesus como o Filho de Deus. A Bíblia menciona isso como o pré-requisito para o anticristo e seus seguidores: negam a Jesus como o Filho de Deus.

“Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? Este é o anticristo: aquele que nega o Pai e o Filho.” (1 João 2:22)

Negar que Jesus é o Filho de Deus é uma crença muçulmana. Os muçulmanos afirmam ser blasfêmia que Deus possa ter tido um Filho (Alcorão 4:171; 5:17, 73; 112:3). Então usar um distintivo, marca ou bandana islâmica será oficialmente negar a Jesus Cristo como única esperança de salvação. Essas coisas cumprem a exigência bíblica para a marca da besta.

A Bíblia predisse que a marca seria usada na testa dos adoradores da besta. Essas exigências estão no Alcorão e no Hadith (ditos de Maomé). Alá, literalmente a besta da Terra, é a versão islâmica do relato da besta da Terra, no Apocalipse 13:11, na qual a Besta é do mal; mas o Alcorão dá a ela uma missão sagrada para revitalizar o Islã e marcar todas as testas dos verdadeiros crentes muçulmanos. Segundo a tradição islâmica, a besta emerge nos últimos dias. O Alcorão afirma: “E quando a palavra for cumprida a respeito deles, deverá ser trazida diante deles uma besta da Terra para falar-lhes. Porque a humanidade não tece fé em nossos versículos” (Alcorão 27:82). “O profeta do Islã declarou: ‘Os primeiros sinais que viriam seria o sol nascer no local onde ele se põe. E o emergir da besta, sobre o povo. Qualquer dos dois que ocorrer antes do outro, então o outro está logo depois dele.’”

Por que os muçulmanos marcam suas testas em submissão a Alá? Isso  vem de suas crenças de que os dias finais estão próximos. O Alcorão afirma que a tarefa da Besta vai ser distinguir os crentes dos não-crentes. Com o cajado do profeta Moisés, a besta irá traçar uma linha na testa de cada crente muçulmano, e seu rosto ficará brilhante e luminoso, e com o anel de Salomão ele vai encher o nariz de cada não crente, o que fará com que todo o seu tosto fique preto, fazendo assim a distinção completa entre muçulmanos e não-muçulmanos, para que quando as muitas partes se assentarem à mesa de jantar, o muçulmano e o não-muçulmano sejam distinguidos.

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O cajado de Moisés foi usado para executar os milagres e pragas do Egito. Foi também o cajado de Moisés que se tornou uma cobra. Os muçulmanos serão marcados na testa com a serpente do cajado de Moisés, uma cajado que trouxe maldições sobre o Egito e trará maldição sobre aqueles que receberem a marca dele. Assim, os muçulmanos estão esperando um homem com grande poder para realizar esses milagres (no caso do Anticristo, serão milagres falsos, é claro). Mas a Bíblia diz que esta besta do poder da Terra terá a eficácia de Satanás, e não de Deus: “A vinda desse perverso é segundo a ação de Satanás, com todo o poder, com sinais e com maravilhas enganadoras. Ele fará uso de todas as formas de engano da injustiça para os que estão perecendo, porquanto rejeitaram o amor à verdade que os poderia salvar” (2 Tessalonicenses 2:9-10).

Os muçulmanos são ensinados que a besta sairia da Terra e iria marcar a testa de todos os muçulmanos verdadeiros. Você vê como Satanás tem virado tudo de cabeça para baixo para os muçulmanos? Eles estão sendo ensinados a desejar a marca da besta.

Até aqui foi discutido que o nome “Alá” não apenas significa maldição, mas também que significa um juramento. Isso é porque Alá exige que todos os seus seguidores façam um juramento de fidelidade. Nos dias anteriores à carreira de Maomé, ele muitas vezes pediu a quem tinha manifestado o desejo de segui-lo que fizesse um juramento de lealdade ou submissão a ele. Esse juramento é conhecido como “Bay’ah”. É um juramento “externo”, ou jurar lealdade como uma promessa, de completa fidelidade e submissão ao Emir ou Califa. Depois que Maomé morreu, esta prática de fazer promessas foi realizada sob os Califas. Os muçulmanos fariam juramento ao califa, que, igualmente, faria um juramento de lealdade a Alá para governar estritamente de acordo com a lei islâmica.

Muitos islâmicos, incluindo Adnan Oktar, frequentemente falam sobre a restauração do califado no Oriente Médio. Eles também mencionam o juramento de lealdade, ou “Bay’Al”. Sob o império muçulmano, é obrigatório que todos os muçulmanos tomem este juramento de lealdade previsto ligando-se ao Califa como seu mestre. O nome árabe para este compromisso é “Bay’Ah”, que chocantemente se traduz como a palavra “vender”. Os muçulmanos estão bem conscientes que fazendo este compromisso estão vendendo-se ao Califa como um escravo.

A Bíblia diz, em Apocalipse 14:9-11:

“Um terceiro anjo os seguiu, dizendo em alta voz: ‘Se alguém adorar a besta e a sua imagem e receber a sua marca na testa ou na mão,  também beberá do vinho do furor de Deus que foi derramado sem mistura no cálice da sua ira. Será ainda atormentado com enxofre ardente na presença dos santos anjos e do Cordeiro, e a fumaça do tormento de tais pessoas sobe para todo o sempre. Para todos os que adoram a besta e a sua imagem, e para quem recebe a marca do seu nome, não há descanso, dia e noite.’”

Esta adoração do anticristo ou seu emblema descreve perfeitamente o juramento de lealdade ao califa como mestre. Uma vez que as pessoas o adorem, vão receber a sua marca para mostrar sua submissão e irão usá-la com orgulho em suas testas ou mão. O primeiro califa Ahmadiyya emitiu um alerta para aqueles que desejaram oferecer a sua Bay’ah em sua mão, dizendo: “… se você quer fazer a Bay’Al na sua mão, deve ter muito claro o que “Bay’Ak” significa. Bay’Ah significa ‘vender-se’. Um homem abre mão de tudo, e é por isso que Alá chamou esse homem Abd (significado de quem adora).”

Note que ele deixou claro que “Bay’ah” é adoração. Por isso, quando a Bíblia diz que as pessoas vão adorar a besta, Bay’Al é, por definição islâmica, adoração. Isso faz todo o sentido, porque a palavra grega para “marca” (charagma) no livro do Apocalipse significa um “distintivo de servidão”, como um escravo, para as pessoas que vão vender-se a si próprios ao anticristo, e receber de Deus de fogo e condenação, por toda a eternidade, sem descanso. Infelizmente, o Islã tem enganado os muçulmanos para que queiram esta marca, retratando-o como algo sagrado, em vez de um selo que irá condenar suas almas para o fogo eterno.

Como crianças ansiosas, muitos islâmicos aguardam o dia em que todos os cidadãos muçulmanos das regiões de terras sob o califado serão obrigados a fazer uma promessa para o califa. De acordo com a tradição islâmica, aqueles que não fazem essa promessa irão morrer com a morte de um idólatra. A tradição firma: “Aquele que retira a mão da obediência ao governante (Emir) não vai encontrar nenhum argumento em sua defesa, quando estiver diante de Alá no Dia do Juízo. E o que morre sem ter-se comprometido, por um juramento de fidelidade (Bay’ah) para um Emir, vai morrer a morte que pertencia àqueles dos dias de Jahillyya (dias pré-islâmicos de ignorância e idolatria).” Semelhante ao anticristo, os islâmicos já estão planejando matar aqueles que se recusam a jurar fidelidade ao Emir ou califa como seu líder espiritual. A evidência de maus tratos aos cristãos e judeus no sistema islâmico é imensa, mas vai, naturalmente, apenas aumentar nos dias que virão. Isso é o que a Bíblia advertiu ao afirmar que aqueles que não adoraram a besta e receberam sua marca serão mortos:

“Foi-lhe dado poder para dar fôlego à imagem da primeira besta, de modo que ela podia falar e fazer que fossem mortos todos os que se recusassem a adorar a imagem.” (Apocalipse 13:15)

A Bíblia diz que o método de abate será decapitação. Esse é o sistema de pena capital encontrado em países islâmicos. Isso nos mostra definitivamente que o anticristo irá de fato surgir e começar sua guerra a partir do Oriente Médio, e não da União Européia, como se acreditava.

“… Vi as almas dos que foram decapitados por causa do testemunho de Jesus e da palavra de Deus. Eles não tinham adorado a besta nem a sua imagem, e não tinham recebido a sua marca na testa nem nas mãos…” (Apocalipse 20:4)

A marca da besta será visível na testa ou na mão, como meio de discernir as pessoas que ainda não se submeteram ao rei do Oriente Médio. A marca está diretamente ligada à adoração e submissão à besta. Os meio de ser capaz de comprar e vender é apenas um efeito secundário. O principal objetivo da marca é ser um sinal visível para distinguir aqueles que adoraram a besta daqueles que não a adoram. A adoração à besta e a marca andam de “mãos dadas”. Assim que as pessoas adorarem, elas receberão a marca da sua submissão. Visto que o império do anticristo será islâmico, ele irá impor uma lei que ao povo sem a marca não lhe será permitido comprar ou vender. Então, se você for a um supermercado e o caixa não ver a marca na sua testa ou na sua mão, mostrando que você não se submeteu à besta e ao seu império, ele não será autorizado a vender para você; ele não poderá aceitar o seu dinheiro. O livro do Apocalipse não diz que o dinheiro não vai existir, mas apenas que a compra e a venda serão proibidas para quem não tiver a marca da besta.

Deus se preocupa com a adoração e a submissão à Besta e com a auto-marcação com o nome de um deus falso. É a adoração do homem que afirma ser o próprio Deus e a adoração de sua imagem o que envia as pessoas para o inferno, não a compra e venda. Quando as pessoas se permitirem selar com o nome deste homem que afirma ser Deus, elas irão compartilhar o destinho dele, que a Bíblia afirma ser o lago de fogo.

Recebendo esta marca, a pessoa estará negando o Deus verdadeiro e Seu Filho Jesus Cristo e selando-se com o nome deste falso deus e de seu sistema de falsas crenças, que nega a Jesus Cristo como o Filho de Deus. Não haverá perdão para este pecado; apenas o destinho terrível que foi predito do eterno sofrimento.

A Bíblia afirma que o falso profeta irá realizar maravilhas e milagres, fazendo até o que parece ser fogo santo descer do céu, e por estes milagres ele vai levar as pessoas a se submeterem e adorarem este rei do Oriente Médio, que afirma ser Deus. Seus milagres serão tão enganosos que Jesus adverte que até os eleitos de Deus poderão ser enganados por suas mentiras e maravilhas milagrosas (Mateus 24:24). A Bíblia diz que muitos serão escandalizados e acreditarão que Deus está falando através desse homem, mas os verdadeiros crentes ficarão no seu lugar e manterão a sua fé em Jesus Cristo, mesmo sob perseguição terrível e decapitação e eles ficarão muito melhor no final e serão ressuscitados quando Cristo voltar (Apocalipse 20:4).

Por causa da matança dos cristãos, Deus derramará o seu julgamento e fará aparecer uma ferida muito dolorosa nas pessoas que receberem a marca ou tiverem adorado a imagem do anticristo (Apocalipse 6:9-11). O original grego descreve a dor como úlceras malignas, ferida ulcerada maligna, como uma ferida do mal envenenada. Ela aparecerá como furúnculos por todo o corpo e a dor vai ser tão ruim que eles gritarão de agonia, sem alívio. Isso será parte do julgamento de Deus por terem mexido com os cristãos e os colocado à morte.

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A Bíblia diz que o anticristo proclamará que é Deus. Sem dúvida, ele vai alegar que o dia do julgamento é chegado e ele está julgando o mundo, colocando os cristãos e judeus à morte por blasfêmia. Com seu exército, ele vai conquistar Jerusalém e assumir o templo judaico (Apocalipse 11:1-2). Vai sentar-se no templo de Deus, proclamando que ele é Deus. A Bíblia diz, em 2 Tessalonicenses 2:4: “Este se opõe e se exalta acima de tudo o que se chama Deus ou é objeto de adoração, a ponto de se assentar no santuário de Deus, proclamando que ele mesmo é Deus.”

Daniel 11:31 diz: “Suas forças armadas se levantarão para profanar a fortaleza e o templo, acabarão com o sacrifício diário e colocarão o sacrilégio terrível.”

Daniel 12:11 diz: “A partir do momento em que for abolido o sacrifício diário e for colocado o sacrilégio terrível, haverá mil e duzentos e noventa dias.”

Essa coisa horrível é chamada de “abominação” que causa desolação. Deus diz que irá definir os seus 1290 dias e que depois Jesus aparecerá no Céu para fazer a guerra contra o anticristo, que terá enganado o mundo através de seus milagres satânicos.

Os muçulmanos xiitas alegam que seu Mahdi vai governar do Monte do Templo em Jerusalém. A Bíblia declara enfaticamente que ele é o anticristo, o qual irá sentar-se no templo de Deus. Joel Richardson, que tem escrito extensivamente sobre a vinda do anticristo islâmico, afirma que o presidente da Turquia, Recep Erdogan, está pavimentando o caminho para o anticristo, pois ele vem tentando ressuscitar o califado otomano na Turquia. A ressurreição do califado otomano poderia descrever a besta, cuja ferida mortal fora curada e que o mundo inteiro vai se surpreender ao ver um antigo Império do Oriente Médio ser restaurado. (Leia sobre isso AQUI.)

O “tugra” foi o selo pessoal dos califas otomanos. Cada califa otomano teve seu selo pessoal projetado no mesmo padrão.

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Um “S” triplo sempre foi considerado uma forma misteriosa babilônica oculta de escrever o 666. Curiosamente, um S triplo pode ser visto claramente no selo dos otomanos:

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É possível que o anticristo tenha seu próprio selo ou tugra e que ele use isso para selar as mãos e testas de seus seguidores. Se a marca for estampada na pele da testa ou da mão, não será necessário que seja uma tatuagem permanente, embora possa muito bem ser; os muçulmanos têm usado tatuagens de henna por centenas de anos.

Por isso, é muito provável que a henna seja usada como o meio pelo qual essas marcas serão estampadas na pele. Também deve ser notado que o Talibã também vem tentando reviver o califado islâmico no Iraque, e o presidente do Irã está se fazendo o porta-voz pessoal para o Mahdi, o décimo segundo Imam, criando o caos no Oriente Médio, pois o Alcorão ensina que a partir do caos o Mahdi surgirá e a “jihad” (guerra santa muçulmana contra os “infiéis”) alcançará uma escala global.

Jesus disse que juramento e promessas vêm do próprio Satanás, por isso o anticristo exigirá que as pessoas façam um juramento de fidelidade a ele. Jesus disse, em Mateus 5:33-37: 

“Vocês também ouviram o que foi dito aos seus antepassados: ‘Não jure falsamente, mas cumpra os juramentos que você fez diante do Senhor’.  Mas eu lhes digo: Não jurem de forma alguma: nem pelo céu, porque é o trono de Deus; nem pela terra, porque é o estrado de seus pés; nem por Jerusalém, porque é a cidade do grande Rei. E não jure pela sua cabeça, pois você não pode tornar branco ou preto nem um fio de cabelo. Seja o seu ‘sim’, ‘sim’, e o seu ‘não’, ‘não’; o que passar disso vem do Maligno.”

Então, para recapitular:

  • Não faça o Bay’Ah, o juramento de fidelidade ao Mahdi ou califa que afirma ser Deus, proferindo blasfêmias contra Jesus Cristo, até mesmo negando-o como Filho de Deus;
  • Não leve a marca do seu nome como um selo em sua testa ou em sua mão, nem use a sua marca como um emblema em sua testa ou em sua mão direita; e
  • Não adore a imagem que ele estabelece ainda que ele mande e exija adoração.

Acredite no Unigênito Filho de Deus, Jesus Cristo, que morreu na cruz por seus pecados. Invoque o Seu nome, e você será salvo. Somente Jesus tem o poder de salvar. Seu Nome é o único em todo o mudo, que pode salvar alguém (Atos 4:12). Então, clame a Deus hoje, em Nome de Seu Filho Jesus Cristo. Creia no que ele fez por você na cruz e você será salvo.


* Não pretendemos ofender os muçulmanos, mas com amor mostrar-lhes que Satanás falou a eles exatamente o oposto da Bíblia, ensinando-os a seguir o anticristo e a levar a sua marca. Queremos que Deus abra os seus olhos para que não sejam enganados nos últimos dias.


Digitado e adaptado de:

https://www.youtube.com/watch?v=fI4i88Upbnw

https://www.youtube.com/watch?v=c75Z07VK7co

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